Por Olga — Colunista de Educação
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Uma oficina realizada na Escola Belo Horizonte colocou a alimentação no centro da conversa com os alunos do terceiro ano. A atividade foi conduzida por Juliana, nutricionista do Centro de Referência em Segurança Alimentar e Nutricional, que integra a equipe de educação alimentar e nutricional.
O corpo humano e as escolhas do dia a dia
Durante o encontro, a equipe falou sobre o corpo humano e sobre os malefícios de uma má alimentação. A conversa girou em torno dos impactos na saúde das crianças quando elas trazem lanches industrializados de casa em vez de preferir a alimentação escolar.
Para Juliana, a merenda servida nas escolas reúne tudo o que o aluno precisa para render melhor em sala.
“A merenda oferecida na escola é nutritiva, de qualidade, gratuita e tem todos os nutrientes para que a criança tenha uma aprendizagem melhor e um bom desenvolvimento.”
Uma equipe de apoio às escolas
O grupo de educação alimentar e nutricional atua como suporte à equipe de supervisão alimentar, presente em todas as escolas e formada pelas nutricionistas responsáveis por cada unidade.
O atendimento começa com uma solicitação feita por formulário à coordenação. A partir dela, são selecionadas as escolas que a equipe consegue visitar. Como o time é pequeno, nem todas as unidades entram no calendário do ano.
A preferência é pelas escolas mais engajadas com o tema da alimentação, que já trabalham o assunto em sala de aula. O alcance, porém, é amplo: o trabalho contempla todas as idades, da educação infantil ao ensino fundamental 1 e 2.







